O que devias vigiar?
Dez perguntas sobre a tua situação, não sobre nós. No fim ficas com as primeiras coisas que vale a pena vigiar, ou com um honesto «não precisas disto».
Passa-se tudo no teu browser: nada é enviado, nada é guardado, as tuas respostas nós não as vemos.
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Se o teu site ou a tua loja online caísse esta noite, ficavas a saber antes de te dizer um cliente?
É o caso mais comum: o dono é o último a saber. Verificações a partir de fora, falha confirmada antes de acordar seja quem for, e uma chamada telefónica quando é mesmo preciso.
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Conseguias dizer agora se a cópia de segurança da noite passada correu mesmo bem?
Uma cópia de segurança que falha em silêncio descobre-se na hora do restauro, meses depois. Um trabalho que avisa quando termina, mais «horas desde a última cópia válida» como número a vigiar.
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Tens equipamentos que ninguém olha nunca: NAS, impressoras, firewalls, controladores?
Tudo o que responde na rede pode ser vigiado: dizemos-te quando deixa de responder e, com uma sonda dentro da tua rede, também o disco, a memória e o estado do hardware.
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Se o disco do gravador ou do NAS se enchesse, davas por isso antes de estar cheio?
Seguimos a tendência e dizemos «cheio dentro de cerca de N dias», com um aviso a 14 e a 7 dias, onde o equipamento o expõe. O que não te podemos dizer é se uma câmara está a gravar: é um limite que preferimos declarar.
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Sabes quando expiram os certificados e os domínios dos teus sites?
Lembramos-te a partir de 60 dias antes e insistimos à medida que a data se aproxima, até à chamada telefónica nos planos que a incluem.
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Davas por isso se alguém alterasse um registo DNS dos teus domínios?
Guardamos o retrato atual dos teus DNS e avisamos-te quando muda, incluindo em que registrar está o domínio e quando expira.
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Já te aconteceu ser um cliente ou um colega a falar-te de um problema primeiro?
É exatamente para isso que existimos. As falhas são confirmadas antes de alguém ser alertado, e os serviços que falham em conjunto enviam um único alerta em vez de sete.
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Os teus alertas chegam a uma só pessoa, ou a uma caixa de correio que ninguém lê?
A história do costume: o alerta foi enviado, para a caixa de correio de quem estava de férias. Os alertas podem ir para pessoas diferentes, cada uma na sua língua, por email, Telegram ou uma verdadeira chamada telefónica, com lembretes enquanto o problema durar.
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Também tratas dos sistemas de outra pessoa: clientes, uma associação, uma segunda casa?
Então precisas de um só sítio para todos: uma sonda em cada rede, uma página de estado por cliente na língua dele e um relatório mensal que podes reencaminhar.
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Se alguém te pedisse a prova de que no mês passado correu tudo bem, conseguias dá-la?
Em todos os planos o uptime diário, os incidentes e os relatórios mensais ficam guardados sem limite de tempo, por isso a prova existe antes de precisares dela.
Os três resultados
Sem JavaScript o quiz não conta as tuas respostas, por isso aqui ficam todas as perguntas e os três resultados.
Hoje serias o último a saber
A maior parte daquilo de que dependes não está vigiada, e o primeiro a dar por isso seria outra pessoa: um cliente, um colega, ou a polícia a pedir as imagens. Começa por três coisas, não por trinta.
- O site ou o serviço que os teus clientes usam, verificado a partir de fora
- A cópia de segurança ou o trabalho que tem de correr todas as noites, com um aviso quando termina
- Os dois equipamentos que mais te doeriam se deixassem de responder
Cobres o que se vê, não o que se cala
Um site que cai, notavas. O que costuma escapar é o sistema que responde mas já não faz o seu trabalho: o disco a encher-se em silêncio, o certificado que expira num sábado, o registo DNS que mudou.
- Expiração de certificados e domínios, com lembrete muito antes
- Espaço em disco onde o equipamento o expõe, com a previsão «cheio dentro de N dias»
- Um alerta também para uma segunda pessoa, para não depender de uma só caixa de correio
Provavelmente neste momento não precisas de nós
Vigias os teus sistemas, os alertas chegam a uma pessoa de verdade e sabes provar o que aconteceu. É mais do que a maioria faz. Volta quando alguma coisa mudar: um site novo, um cliente para acompanhar, ou equipamentos numa rede que ninguém vigia.